Saturday, April 29, 2006

À DOR AMORES NÃO É FÃ DE CANALHAS













































" Ninguém deve viver na miséria. todos têm direito à uma vida digna, à cidadania. A sociedade existe para isso. Se não proporcionar isso, ela simplesmente não presta pra nada. O Estado só tem sentido se garantir isso para toda a população. A política, os partidos, as instituições, as leis só servem para isso. "
Herbert de Souza - Betinho
Isso pode parecer um tanto óbvio.
A finalidade do Estado.
Mas quando o Estado está tomado por verdadeiras quadrilhas do crime organizado, o que fazer?
Por quê nos calamos?
O monstro da desigualdade está crescendo.
Quando você estiver com uma arma na sua cara e implorar por sua vida, por compaixão, talvez esteja falando com alguém que desconhece o que é compaixão, que desconhece o que é um lar, que não teve sequer uma mãe. E não vai entender seus apelos.
Não somos contra a riqueza e sim contra os desmandos de quem trabalha para nós. Mas se comporta como se fosse o contrário.
Trabalhamos todos os dias para entregar nossos impostos nas mãos de delinqüentes que têm a certeza da impunidade, pois afinal, eles decidem seus salários, suas CPI's, suas leis.
Mas nós sabemos que isso pode acabar. E a ferramenta mais poderosa se chama opinião pública, pressão popular. Somos milhões e eles são a minoria.
Crimes hediondos são os inafiançáveis, os crimes contra a vida, sem os benefícios oferecidos pela justiça como progressão de pena, regime semi-aberto, entre outros.
Latrocínio ( roubo seguido de morte) é um crime hediondo, seqüestro, tráfico...
E a corrupção política? É um crime contra a vida?
Um doente de câncer pode esperar meses por uma biópsia nas filas do Sistema Único de Saúde? O tumor não espera pra crescer. Quantos milhares de doentes morrem todos os dias?
Uma criança em desenvolvimento pode esperar quanto tempo por uma alimentação mínima balanceada que nunca chega as escolas públicas? Onde vai parar o dinheiro da carne, do arroz, das frutas que nuncam chegam até elas?
Quantas vidas, sonhos e esperanças morrem todos os dias, um pouco a cada dia?
Enquanto o crime organizado, não o da favela, mas o das altas cúpulas do poder, tiver a certeza da impunidade, as coisas vão permanecer como estão.
À Dor Amores não acredita em mudanças sem atitudes.
A campanha civíll que lançamos pra que a corrupção política vire crime hediondo, não é utopia.
O caminho se faz ao caminhar.
E esperar não muda nada.

Tuesday, April 18, 2006

Essas são algumas das fotos que usamos no projeto enviado à Semana de Moda.

Bem kitsh.

Bem à Dor Amores.

Saturday, April 15, 2006

À DOR AMORES
Loveswear


Com muito amor viemos apresentar um pouco da história e conceito de nossa marca.

Tudo começa com a musa e mentora: Maria Margarida.
Costureira e modelista autodidata, ainda criança descobriu seu dom que é deixar as pessoas bonitas.
Nossa mãe.
Crescemos entre tecidos, linhas, e cheiro de óleo de máquina de costura.

*

Em 2002 a estilista e fundadora do projeto, Marcita Amores, que desde 1995 já criava e fabricava roupas e acessórios, une-se a artista audiovisual Veronica Amores, com o intuito de desenvolver peças de vestuário e artigos para decoração. Ambas autodidatas.

O nome escolhido "À DOR AMORES" significa "PARA DOR AMORES ".
Acreditamos que o amor é a principal forma de combate a toda dor e sofrimento.

O amor é beleza. Onde não existe cor e nem tempo.
É arte. Pois transgride a mediocridade.
É legítimo. Sem as opressivas grades da conveniência.

Nossa mulher é feminina sem ser óbvia, sensual sem ser vulgar, informada e cosmopolita.

A partir daí começamos a criar e confeccionar pequenas coleções em forma de edições limitadas, numa produção quase artesanal.
Somos criadoras e executoras.
Sempre pesquisando novos materiais e formas que valorizem a mulher como um todo.

Á DOR AMORES é a favor do comércio justo, onde todos podem ter o seu lugar ao sol, a favor da diversidade, a favor do acesso a informação e a cultura e trabalhamos para que nossa marca sempre esteja associada com projetos que busquem uma sociedade mais justa , com menos miséria e violência.

E com muita pesquisa, trabalho árduo e amor, estamos escrevendo a nossa história.

Criamos e assinamos coleções exclusivas de luvas, meias e calcinhas para a marca Doc Dog.
Também desenvolvemos e assinamos coleções para a Ellus 2ºFloor (projeto da marca Ellus onde são lançados novos estilistas), para a marca Theodora da estilista Rita Wainer, para a loja Maizon Z, boutique erótica de Patrícia Cury e Isabel Collor de Mello, onde nos destacamos com peças originais, fugindo de modelos óbvios e comuns a esse nicho do mercado.

Em março de 2006, fomos convidadas a fazer parte do projeto Semana de Moda – Casa de Criadores, e apresentamos nosso primeiro desfile onde mostramos um pouquinho do universo À Dor Amores. E estamos preparando para a edição de verão 2006/2007 uma coleção leve e feminina que será apresentada em meados de setembro na segunda edição do evento.

Desenvolvemos peças para mulheres que fogem da monotonia, brincando e conquistando seus amores todos os dias.


Isso é Á DOR AMORES.
Peças para mulheres de verdade.
Para mulheres que vão à guerra, mas são feitas para amar.
Feitas para o amor.








UMA AMOSTRINHA DO NOSSO DESFILE À DOR AMORES INVERNO-2006

Friday, April 14, 2006

QUIERES VOLAR?


À Dor Amores é um projeto de três mulheres que acreditam que podem mudar o mundo.
Tentamos aflorar nas pessoas o que há de mais atávico e que durante séculos e séculos lhes foi reprimido: a sexualidade.
Queremos fazer mulheres e homens felizes.
Nossa pretensão: libertá-las.

Bem-vindos ao mundo À Dor Amores.